PARQUE ESTADUAL DA PEDRA BRANCA

Criação: Lei Estadual nº 2.377 de 28 de junho de 1974

Área: aproximada de 12.492 hectares

Localização: Zona Oeste do município do Rio de Janeiro

Abrangência: todas as áreas situadas acima da linha da cota de 100 m do Maciço da Pedra Branca e seus contrafortes,  em partes de 17 bairros: Jacarepaguá, Taquara, Camorim, Vargem Pequena, Vargem Grande, Recreio dos Bandeirantes, Grumari, Padre Miguel, Bangu, Senador Camará, Jardim Sulacap, Realengo, Santíssimo, Campo Grande, Senador Vasconcelos, Guaratiba e Barra de Guaratiba.

TEM COMO OBJETIVOS BÁSICOS

Preservar este remanescente florestal localizado em ponto estratégico do Rio de Janeiro e área núcleo de biodiversidade da Mata Atlântica; preservar mananciais hídricos ameaçados pela expansão urbana;  proteger paisagens naturais e pouco alteradas de notável beleza cênica no seu interior; proteger e revitalizar construções históricas, ruínas e sítios arqueológicos; proporcionar meios e incentivos para atividades de pesquisa científica e monitoramento; promover aos visitantes oportunidades de recreação ao ar livre e valorizar econômica e socialmente a diversidade biológica, com o aproveitamento dos serviços ambientais que o parque disponibiliza.

Clique para ver com detalhes o limite da UC

Horário de visitação: terça-feira a domingo, de 8 a 17h 

Núcleo Pau-da-Fome: onde estão localizados a sede e o centro de visitantes, com exposição permanente. A sede é dotada de anfiteatro e áreas de lazer com tratamento paisagístico e sinalização direcional.
Endereço: Estrada do Pau-da-Fome, nº 4.003 – Taquara (Jacarepaguá) – Rio
Telefone: (21) 3347-1786 ou 2332-6608

Como chegar: pelo largo da Taquara, entrar na Estrada do Rio Grande e seguir até o Largo da Capela, onde termina a Rio Grande. Entrar na Estrada do Pau da Fome e seguir em frente uns dez minutos até a entrada da sede.

Distância entre a Rodoviária Novo Rio e a sede Pau-da-Fome (Jacarepaguá): 33km

Núcleo Piraquara: é oferecida a visitação para lazer, com brinquedos para crianças, poços refrescantes e acesso às vias de escaladas, além da Cachoeira do Barata, única disponível para banho.
Endereço: Rua do Governo s/nº – Bairro de Realengo – Rio
Telefones: (21) 2333-5251 ou 2333-5252

Núcleo Camorim: contém sinalização interpretativa do sistema de captação e tratamento de água; trilha de aproximadamente 4 km com belas paisagens até o açude, no alto do parque.
Endereço: Estrada do Camorim, 2.118 – Camorim (Jacarepaguá) – Rio
CEP: 22.780-070
Telefone: (21) 3417-3642

Adote a Conduta Consciente
•Informe-se sobre normas e regulamentos dos locais que vai visitar.
•Caminhe somente pelas trilhas; atalhos são perigosos e degradam o ambiente.
•Deixe cada coisa em seu lugar; não risque pedras ou troncos de árvores.
•Respeite a fauna e a flora: observe animais à distância, não os alimente, não cace nem colete espécies.
•Não faça fogueiras.
•Cuide do lixo que você produz até chegar a um ponto de coleta.
•Leve materiais de primeiros socorros.
•Informe às autoridades em caso de acidente.

Ao ar livre
Passeios, caminhadas, escaladas e muitas outras atividades ao ar livre podem ser feitas sem perturbar o ambiente natural, por isto são atividades permitidas no interior dos parques.
E sempre bom lembrar que a prática de atividades recreativas e esportivas em áreas naturais oferece riscos, inclusive dentro de parques públicos. Saiba mais.
É bom lembrar também que a caça, a captura de animais e a retirada de plantas são condutas ilegais!
 

O que é o Plano de Manejo?
O Plano de Manejo é um documento elaborado a partir de diversos estudos (do meio físico, biológico e social), que estabelece as normas, as restrições para o uso, as ações a serem desenvolvidas no manejo dos recursos naturais da UC e seu entorno, visando minimizar os impactos negativos sobre a UC, garantir a manutenção dos processos ecológicos e prevenir a simplificação dos sistemas naturais.
O zoneamento da UC, as medidas para promover a sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas e as regras para visitação também devem constar nesse documento.

Ver o Plano de Manejo deste parque na íntegra e seus anexos (aprovado Pela Resolução Inea nº 74, de 2 de julho de 2013)

Ver Resumo Executivo do PM.

Situação: Conselho estabelecido pela Portaria Inea/Dibap nº 27, de 10/10/2012. Publicação (D.O.): 25/10/2012

Gestão Participativa nas unidades de conservação estaduais
O Programa de Fortalecimento de Conselhos promove a criação e a renovação dos conselhos gestores das unidades de conservação administradas pelo Inea. As ações previstas no programa, como a realização de diagnósticos rápidos participativos (DRP) e reuniões periódicas, vêm sendo desenvolvidas com bastante empenho objetivando o fortalecimento da gestão participativa em 28 conselhos de unidades de conservação, sejam elas de proteção integral ou de uso sustentável.

Para a formação dos conselhos gestores são utilizadas metodologias participativas adequadas ao perfil de cada conselho, dentre elas os DRPs. Até a publicação da Portaria que legitima cada Conselho são realizadas pelo menos oito reuniões. Os representantes das instituições manifestam seu interesse em participar dos conselhos por meio do documento denominado carta de intenção.

Tais conselhos reúnem órgãos públicos, instituições de pesquisa e entidades da sociedade civil interessadas na adequada implantação e gestão das unidades de conservação. São espaços de diálogo, consultivos ou deliberativos, compostos por diferentes atores sociais e o órgão ambiental estadual. Além da legitimação dos conselhos por meio da publicação de suas respectivas portarias, o programa também atua na capacitação dos conselheiros por meio da realização de oficinas, elaboração de vídeos e cadernos temáticos. Após dois anos, a contar da posse dos conselhos, é iniciado o processo de renovação do mesmo.

Um dos principais objetivos de todas as categorias de UCs é possibilitar a realização de pesquisas científicas. Isto porque esses estudos expandem o conhecimento sobre os diversos ecossistemas, os saberes tradicionais e as relações sociais, associados às áreas protegidas. De acordo com a Lei n° 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), a execução de pesquisa científica em UC depende de autorização prévia do órgão responsável pela unidade e está sujeita às condições e restrições por ele estabelecidas.
O Inea, por meio de seu Serviço de Planejamento e Pesquisa (Sepes), apoia e incentiva a realização de pesquisas científicas nas unidades de conservação sob sua administração.

Ver aqui como desenvolver pesquisas nas UCs estaduais

Ver aqui as pesquisas desenvolvidas no PEPB