PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE

Criação: Decreto Estadual nº 15.273, de 26 de junho de 1971

Decreto Estadual n° 2.062/1978 diminuiu em 2/3 a área protegida.

Em 1982, a Ilha Grande  passou a integrar a Área de Proteção Ambiental de Tamoios; em 1987 foi tombada pela Secretaria de Estado de Cultura (Resolução nº 29, de 14/10/87);

Em 1988, a Ilha Grande passou a ser reconhecida como patrimônio nacional, pela Constituição Federal, por sua vegetação de Mata Atlântica e por sua localização na zona costeira;

Em 1989 foi declarada como Área de Relevante Interesse Ecológico pela Constituição Estadual;

e em 1991 recebeu status internacional de proteção ao ser reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Decreto Estadual nº 40.602, de 12 de fevereiro de 2007, ampliou, ratificou e consolidou como parque a área total aproximada de 12.052 hectares, acrescentando todas as demais terras localizadas acima da cota de altimetria de cem metros, excetuando-se aquelas pertencentes à Reserva Estadual Biológica da Praia do Sul

Localização: Ilha Grande, Município de Angra dos Reis

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Endereço da sede:

Avenida Nacib Monteiro de Queiroz, s/nº
Vila do Abraão – Ilha Grande - Angra dos Reis - RJ
CEP 23.968-000
Tel.: (24) 3361-5540

Horário de funcionamento:
Administrativo: de segunda a sexta, de 8 a 17h
Visitação: de terça a domingo, de 8 a 17h

Como chegar: o acesso se faz por meio de embarcações oferecidas pela concessionária Barcas S/A, diariamente, partindo de Mangaratiba, Conceição de Jacareí ou Angra dos Reis, com destino à Vila do Abraão, pequeno núcleo urbano situado na costa nordeste da ilha, onde se localiza a sede do parque.

Adote a Conduta Consciente
•Informe-se sobre normas e regulamentos dos locais que vai visitar.
•Caminhe somente pelas trilhas; atalhos são perigosos e degradam o ambiente.
•Deixe cada coisa em seu lugar; não risque pedras ou troncos de árvores.
•Respeite a fauna e a flora: observe animais à distância, não os alimente, não cace nem colete espécies.
•Não faça fogueiras.
•Cuide do lixo que você produz até chegar a um ponto de coleta.
•Leve materiais de primeiros socorros.
•Informe às autoridades em caso de acidente.

Ao ar livre
Passeios, caminhadas, escaladas e muitas outras atividades ao ar livre podem ser feitas sem perturbar o ambiente natural, por isto são atividades permitidas no interior dos parques.
E sempre bom lembrar que a prática de atividades recreativas e esportivas em áreas naturais oferece riscos, inclusive dentro de parques públicos. Saiba mais.
É bom lembrar também que a caça, a captura de animais e a retirada de plantas são condutas ilegais!

O que é o Plano de Manejo?
O Plano de Manejo é um documento elaborado a partir de diversos estudos (do meio físico, biológico e social), que estabelece as normas, as restrições para o uso, as ações a serem desenvolvidas no manejo dos recursos naturais da UC e seu entorno, visando minimizar os impactos negativos sobre a UC, garantir a manutenção dos processos ecológicos e prevenir a simplificação dos sistemas naturais.
O zoneamento da UC, as medidas para promover a sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas e as regras para visitação também devem constar nesse documento.

Clique aqui para ver o Plano de Manejo na íntegra do Parque Estadual da Ilha Grande (aprovado pela Resolução Inea nº 39, de 17 de agosto de 2011) e seus anexos.

Clique aqui para ver o Resumo Executivo do Plano de Manejo

Conheça a composição do Conselho, estabelecido pela Portaria Inea/Dibap nº 18, de 12 de setembro de 2011.

Gestão Participativa nas unidades de conservação estaduais
O Programa de Fortalecimento de Conselhos promove a criação e a renovação dos conselhos gestores das unidades de conservação administradas pelo Inea. As ações previstas no programa, como a realização de diagnósticos rápidos participativos (DRP) e reuniões periódicas, vêm sendo desenvolvidas com bastante empenho objetivando o fortalecimento da gestão participativa em 28 conselhos de unidades de conservação, sejam elas de proteção integral ou de uso sustentável.

Para a formação dos conselhos gestores são utilizadas metodologias participativas adequadas ao perfil de cada conselho, dentre elas os DRPs. Até a publicação da Portaria que legitima cada Conselho são realizadas pelo menos oito reuniões. Os representantes das instituições manifestam seu interesse em participar dos conselhos por meio do documento denominado carta de intenção.

Tais conselhos reúnem órgãos públicos, instituições de pesquisa e entidades da sociedade civil interessadas na adequada implantação e gestão das unidades de conservação. São espaços de diálogo, consultivos ou deliberativos, compostos por diferentes atores sociais e o órgão ambiental estadual. Além da legitimação dos conselhos por meio da publicação de suas respectivas portarias, o programa também atua na capacitação dos conselheiros por meio da realização de oficinas, elaboração de vídeos e cadernos temáticos. Após dois anos, a contar da posse dos conselhos, é iniciado o processo de renovação do mesmo. 

Um dos principais objetivos de todas as categorias de UCs é possibilitar a realização de pesquisas científicas. Isto porque esses estudos expandem o conhecimento sobre os diversos ecossistemas, os saberes tradicionais e as relações sociais, associados às áreas protegidas. De acordo com a Lei n° 9.985/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), a execução de pesquisa científica em UC depende de autorização prévia do órgão responsável pela unidade e está sujeita às condições e restrições por ele estabelecidas.

O Inea, por meio de seu Serviço de Planejamento e Pesquisa (Sepes), apoia e incentiva a realização de pesquisas científicas nas unidades de conservação sob sua administração.

Ver aqui como desenvolver pesquisas nas UCs estaduais

Ver aqui as pesquisas desenvolvidas no PEIG