Curso gratuito de Condutores de Visitantes, de 2 de maio a 20 de julho de 2016

Para moradores da região, acima de 18 anos de idade, com ensino fundamental completo.

Período e local de inscrições para o processo seletivo (entrevista): de 11 a 22 de abril, segunda a sexta das 10 às 16h, na sede do parque (Rua Engenheiro Domingos Barbosa, nº 4 - Bairro Recanto de Itaipuaçu) ou no Museu de Arqueologia de Itaipu (Praia de Itaipu).

Documentos necessários: duas fotos 3 X 4; comprovante de endereço; cópia do RG e CPF; atestado de saúde atualizado, comprovando aptidão física e certificado escolar.

Conheça o edital

Localização: região litorânea, abrangendo áreas dos municípios de Niterói e Maricá. Esta unidade de conservação é composta por uma área marinha e uma terrestre formada por uma cadeia de montanhas que adentra o continente na direção sudoeste/nordeste, tendo no seu divisor de águas a extremidade lindeira dos municípios de Niterói e Maricá, finalizando seus limites na rodovia RJ-106.

Criado pela Lei Estadual nº 1.901, de 29 de novembro de 1991, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET) teve o perímetro ampliado pelo Decreto nº 41.266, de 16 de abril de 2008, com a inclusão de áreas de elevado valor ambiental como o Morro das Andorinhas e parte do entorno da laguna de Itaipu, local com presença de sítios arqueológicos. Seu perímetro definitivo foi estabelecido na Lei Estadual nº 5.079, de 3 de setembro de 2007, cuja retificação foi publicada no D.O. de 8 de abril de 2011. Foi ampliado pelo Decreto Estadual nº 43.913, de 29 de outubro de 2012, com a inclusão de 1.241 hectares, passando a ter a área de aproximadamente 3.493 hectares. 

Além da porção marinha e da cadeia montanhosa que dá nome à unidade, outras três áreas adjacentes à serra fazem parte da área natural protegida do PESET: Morro das Andorinhas, Núcleo Restinga e Duna de Itaipu, localizadas na região oceânica de Niterói, mais precisamente em Itaipu.

Objetivos: manter e proteger a biodiversidade e os recursos genéticos do território; promover a sustentabilidade do entorno para o uso dos recursos naturais, estimulando o desenvolvimento integrado da região com auxílio da educação ambiental; preservar e conservar o sistema hidrográfico local, bem como favorecer a recarga natural do lençol freático; contribuir com a amenização climática; minimizar os riscos de erosão na região onde está inserido proteger todas as espécies vegetais e animais, bem como os ecossistemas a que pertencem, as belezas cênicas das paisagens, monumentos naturais, sítios arqueológicos e outros ativos culturais; estimular e auxiliar as pesquisas científicas do patrimônio natural, material e imaterial e favorecer o uso recreativo e cultural do parque, de forma adequada, pela sociedade.

Clique para visualizar a localização do Parque Estadual da Serra da Tiririca.

Endereço da sede: Rua Engenheiro Domingos Barbosa, nº 4 - Recanto de Itaipuaçu – Maricá - RJ  Tel.: (21) 2638-4411

Núcleo Itacoatiara:  Rua das Rosas, nº 24 - Itacoatiara - 24.348-290 - Niterói - RJ  Tel.: (21) 2709-9176

Endereço eletrônico: administrador@parqueserradatiririca.org e falecom@parqueserradatirirca.org

Horário de visitação: terça-feira a domingo, de 8 a 17h, para visitação em trilhas; de 9 a 17h no setor administrativo.

Aviso sobre o acesso à Trilha do Costão 

Para a sua segurança, solicita-se assinar o livro de visitantes, localizado no Posto de Recepção ao Visitante de Itacoatiara. Para grupos a partir de 10 pessoas, comunicar 10 dias antes da visita à administração do Parque.
 

Adote a Conduta Consciente
•Informe-se sobre normas e regulamentos dos locais que vai visitar.
•Caminhe somente pelas trilhas; atalhos são perigosos e degradam o ambiente.
•Deixe cada coisa em seu lugar; não risque pedras ou troncos de árvores.
•Respeite a fauna e a flora: observe animais à distância, não os alimente, não cace nem colete espécies.
•Não faça fogueiras.
•Cuide do lixo que você produz até chegar a um ponto de coleta.
•Leve materiais de primeiros socorros.
•Informe às autoridades em caso de acidente.

Ao ar livre
Passeios, caminhadas, escaladas e muitas outras atividades ao ar livre podem ser feitas sem perturbar o ambiente natural, por isto são atividades permitidas no interior dos parques.
E sempre bom lembrar que a prática de atividades recreativas e esportivas em áreas naturais oferece riscos, inclusive dentro de parques públicos. Saiba mais.
É bom lembrar também que a caça, a captura de animais e a retirada de plantas são condutas ilegais!
 

Como chegar
De automóvel
Partindo do Rio de Janeiro
O trajeto todo fica a 35 km de distância aproximadamente. O caminho começa pela Ponte Rio-Niterói, seguindo, já em Niterói, em direção às praias oceânicas. O Posto de Recepção ao Visitante fica na Praia de Itacoatiara, ao lado do Clube dos Engenheiros.

Partindo de Maricá
Seguir pela Estrada de Itaipuaçu até o Recanto de Itaipuaçu, onde é possível obter informações sobre os atrativos na sede administrativa do Parque (de segunda a sexta). Nos finais de semana, é possível cruzar a serra em direção à Praia de Itacoatiara, onde fica o Posto de Recepção ao Visitante.

De ônibus
Partindo do Centro do Rio de Janeiro
Pegue a barca Rio-Niterói (ou ônibus intermunicipal), em seguida o ônibus nº 38 (para Itaipu), no Terminal Rodoviário de Niterói. Desça em Itaipu e acesse o Parque por meio das diversas trilhas e atrativos presentes na região.

Para mais informações: (21) 2709-9176. 

O que é o Plano de Manejo?
O Plano de Manejo é um documento elaborado a partir de diversos estudos (do meio físico, biológico e social), que estabelece as normas, as restrições para o uso, as ações a serem desenvolvidas no manejo dos recursos naturais da UC e seu entorno, visando minimizar os impactos negativos sobre a UC, garantir a manutenção dos processos ecológicos e prevenir a simplificação dos sistemas naturais.
O zoneamento da UC, as medidas para promover a sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas e as regras para visitação também devem constar nesse documento.
 

Ver o Plano de Manejo deste parque na íntegra e seus anexos (aprovado pela Resolução Inea nº 107, de 5 de fevereiro de 2015)

Ver Resumo Executivo do PM.
 

Situação: Conselho criado pela Portaria Inea Dibap nº 18, de 28/11/2011
Publicação no D.O.: 02/12/2011
Número de instituições: 44
Regimento interno: sim

Gestão Participativa nas unidades de conservação estaduais
O Programa de Fortalecimento de Conselhos promove a criação e a renovação dos conselhos gestores das unidades de conservação administradas pelo Inea. As ações previstas no programa, como a realização de diagnósticos rápidos participativos (DRP) e reuniões periódicas, vêm sendo desenvolvidas com bastante empenho objetivando o fortalecimento da gestão participativa em 28 conselhos de unidades de conservação, sejam elas de proteção integral ou de uso sustentável.

Para a formação dos conselhos gestores são utilizadas metodologias participativas adequadas ao perfil de cada conselho, dentre elas os DRPs. Até a publicação da Portaria que legitima cada Conselho são realizadas pelo menos oito reuniões. Os representantes das instituições manifestam seu interesse em participar dos conselhos por meio do documento denominado carta de intenção.

Tais conselhos reúnem órgãos públicos, instituições de pesquisa, sociedade civil e mesmo empresas privadas, interessados na adequada implantação e gestão das unidades de conservação. São espaços de diálogo, consultivos ou deliberativos, compostos por diferentes atores sociais e o órgão ambiental estadual. Além da legitimação dos conselhos por meio da publicação de suas respectivas portarias, o programa também atua na capacitação dos conselheiros por meio da realização de oficinas, elaboração de vídeos e cadernos temáticos. Após dois anos, a contar da posse dos conselhos, é iniciado o processo de renovação do mesmo.
 

Um dos principais objetivos de todas as categorias de UCs é possibilitar a realização de pesquisas científicas. Isso porque estes estudos expandem o conhecimento sobre os diversos ecossistemas, os saberes tradicionais e as relações sociais associadas às áreas protegidas. De acordo com a Lei n° 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), a execução de pesquisa científica em UC depende de autorização prévia do órgão responsável pela unidade e está sujeita às condições e restrições por ele estabelecidas.

O Inea, por meio de seu Serviço de Planejamento e Pesquisa (Sepes), apoia e incentiva a realização de pesquisas científicas nas unidades de conservação sob sua administração.

Ver aqui como desenvolver pesquisas nas UCs estaduais

Ver aqui as pesquisas desenvolvidas no PESET