Qualidade do Ar

A Gestão da Qualidade do Ar no Estado do Rio de Janeiro é feita pelo INEA por meio do monitoramento das concentrações de poluentes na atmosfera  e de programas de controle da poluição do ar, como o PROMON Ar, o Programa de Inspeção e Manutenção Veicular – I/M e o Programa Fumaça Preta.

Além de definirem o perfil da qualidade do ar no Estado do Rio Janeiro, os dados obtidos por meio desses instrumentos são utilizados na identificação e priorização dos problemas ambientais, e na formulação de políticas e metas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a melhora da qualidade de vida no estado.

O que indica o atendimento aos padrões e parâmetros que determinam se o ar é de boa qualidade são os resultados obtidos na rede de monitoramento da qualidade do ar e meteorologia do INEA.

O grupo de poluentes que serve como referência da qualidade do ar, uma vez que, reconhecidamente, trazem efeitos danosos à saúde da população são: dióxido de enxofre, material particulado (PTS, PM10 e PM2,5), monóxido de carbono, ozônio e dióxido de nitrogênio (Resolução Conama nº 491/2018).

AVISO IMPORTANTE

1) O calendário de amostragens das estações semiautomáticas de 2021 já se encontra disponível.

2) As novas faixas do Índice de Qualidade do Ar estão em fase de aprovação e em breve serão divulgadas, assim como os boletins com os índices diários.

Para conferir o Índice de Qualidade do Ar, clique aqui: IQAr
O Índice de Qualidade do Ar (IQAr) foi criado visando facilitar a divulgação dos dados de
monitoramento da qualidade do ar de curto prazo, conforme estabelecido pela Resolução Conama nº 491/18, tornando mais fácil o entendimento dos resultados pela sociedade. Já para
fins de gestão da qualidade do ar, os técnicos especializados analisam as concentrações de
poluentes obtidas no monitoramento, por permitir interpretações mais refinadas.
Assim, torna-se difícil explicar à população que uma concentração diária observada de
35 µg/m³ de SO2 (Padrão Final Conama = 20 µg/m³ – 24h) pode causar mais impactos à saúde
que uma concentração horária de 135 µg/m³de NO2 (Padrão Final Conama = 200 µg/m³ – 1h).
É mais compreensível normalizar o valor do padrão para um valor adimensional, no caso 40
para os Padrões Finais de ambos os poluentes. Dessa forma, fica fácil a comunicação sem que
se incorra em explicações complexas. Os itens abordados a seguir indicam como são estruturados os IQAr e sua associação com descritores de qualidade e cores.
O Anexo IV da Resolução Conama n° 491/18 traz os poluentes atmosféricos que fazem
parte do cálculo do IQAr, os valores de concentração referentes à classificação do ar no nível
“bom” e a equação matemática para conversão das concentrações monitoradas nos valores
do índice.
Os valores de concentração que classificam a qualidade do ar como “boa” são os valores
recomendados pela Organização Mundial da Saúde (WHO, na sigla em inglês) como sendo os
mais seguros à saúde humana para exposição de curto prazo, conforme a publicação Air Quality Guidelines Global Update 2005 (WHO, 2006). Esses mesmos valores são os Padrões Finais
estabelecidos na Resolução Conama nº 491/18.
Os poluentes que fazem parte do índice são os seguintes:
• Material particulado (MP10);
• Material particulado (MP2,5);
• Ozônio (O3);
• Monóxido de carbono (CO);
• Dióxido de nitrogênio (NO2); e
• Dióxido de enxofre (SO2);
Para cada poluente medido é calculado um índice, que é um valor adimensional. Dependendo do índice obtido, o ar recebe uma qualificação, que consiste em uma nota para a qualidade do ar, além de uma cor, conforme apresentado no Quadro 1.

A metodologia e o cálculo do IQAr estão descritos na Portaria INEA n°999 de 30/12/2020 – Portaria INEA n°999

A rede automática de monitoramento do Inea é composta por 58 estações que medem continuamente parâmetros meteorológicos e as concentrações de poluentes dispersos no ar.

Os poluentes analisados são: óxido de nitrogênio (NOx), monóxido de carbono (CO), dióxido de enxofre (SO2), ozônio (O3) e hidrocarbonetos; compostos orgânicos voláteis, como o benzeno; e micropartículas sólidas e líquidas suspensas no ar (PTS, PM10 e PM2.5).

Em relação às condições meteorológicas, que influenciam a diluição e a concentração dos poluentes na atmosfera, os parâmetros monitorados são: direção e velocidade do vento, temperatura, umidade, radiação solar, pressão atmosférica e precipitação.

Todos os dados gerados são transmitidos em tempo real para a central de telemetria do Inea, que também utiliza informações oriundas de estações privadas pertencentes a empreendimentos com elevado potencial poluidor. Após processados e validados, os dados são disponibilizados à população por meio de relatórios e boletins.

As estações utilizadas nesse controle estão instaladas, principalmente, nas regiões Metropolitana, do Médio Paraíba e Norte Fluminense, que apresentam densa ocupação urbana, intensa circulação de veículos automotores e alta concentração de fontes poluidoras.

AVISO IMPORTANTE:  Em 07.01.2020 a programação anual de amostragem foi corrigida e se encontra no link abaixo como ERRATA 2020. A programação anteriormente publicada não possuía a data de 31/07/2020 e possuía a data de 31/11/2020. O calendário corrigido já está disponível.

 

A rede semiautomática de monitoramento do Inea é composta por 116 estações que fazem análise das concentrações de materiais particulados (totais, inaláveis ou respiráveis) dispersos na atmosfera.

A medição é feita semanalmente: técnicos do Instituto visitam os pontos e fazem a aferição, programação e troca dos filtros amostrados. Depois de coletadas, as amostras são analisadas nos laboratórios do Inea, onde os filtros são pesados, a concentração de materiais particulados é calculada e os resultados, inseridos no banco de dados do Instituto e divulgados, de seis em seis dias, no Boletim de Qualidade do Ar.

As estações semiautomáticas, assim como as da rede automática, encontram-se distribuídas, principalmente, pelas regiões Metropolitana, do Médio Paraíba e Norte Fluminense.

Programação anual de amostragens:

2021

ERRATA 2020

2019

2018

2017

2016

2015

Os relatórios do INEA sobre qualidade do ar, publicados anualmente, reúnem os resultados consolidados de monitoramento e os diagnósticos sobre as condições do ar em todo o Estado do Rio de Janeiro. O objetivo desses documentos é subsidiar políticas públicas, direcionar atividades de gestão e dar transparência às informações geradas pelo monitoramento das emissões atmosféricas.

O registro histórico das medições também permite que o INEA acompanhe a evolução da qualidade do ar nas diversas regiões do Estado, onde as concentrações de poluentes, materiais particulados e gases estufa na atmosfera variam de acordo com a presença e concentração de empreendimentos industriais e veículos automotores.

As novas faixas do Índice de Qualidade do Ar estão em fase de aprovação e em breve serão divulgadas, assim como os boletins com os índices diários.

 

Relatório da Qualidade do Ar 2019 (ano base 2018)

Relatório da Qualidade do Ar 2017 (ano base 2016)

Relatório da Qualidade do Ar 2016 (ano base 2015)

Relatório da Qualidade do Ar 2015 (ano base 2014)

Relatório da Qualidade do Ar 2015 (ano base 2013)

Relatório da Qualidade do Ar 2015 (ano base 2012)

Relatório da Qualidade do Ar 2013 (anos base 2010 e 2011)

Relatório da Qualidade do Ar 2009

Relatório da Qualidade do Ar 2008

Relatório da Qualidade do Ar 2007

 

Acesse aqui os dados do Inea sobre o monitoramento da qualidade do ar e dos parâmetros meteorológicos.

Os dados disponibilizados até o momento se referem à última década e foram utilizados na elaboração dos Relatórios Anuais da Qualidade do Ar do Estado do Rio de Janeiro. Em uma próxima etapa, o Inea tornará públicas todas as informações sobre qualidade do ar e meteorologia levantadas desde 1967, quando teve início o registro da série histórica.

A divulgação dos dados sobre o monitoramento tem como objetivo dar maior transparência às ações do Inea e embasar políticas públicas que venham melhorar ainda mais a qualidade do ar no Estado do Rio de Janeiro.

Os critérios de representatividade dos dados utilizados e considerados pelo Inea na caracterização da qualidade do ar no estado podem ser visualizados nas Tabelas 1 e 2.

As ações de controle e monitoramento da qualidade do ar promovidas pelo Inea entre 2011 e 2016 encontram-se detalhadas nos chamados Relatórios das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar, conforme determinado pelo Plano Plurianual do Governo do Estado do Rio de Janeiro e pelo Plano de Controle da Poluição Veicular do Instituto (Resolução Conema n° 43/2012).

Tanto as campanhas quanto os relatórios têm o objetivo de tornar públicas as ações do Inea para melhorar a qualidade do ar e, principalmente, de envolver a sociedade nas iniciativas contra a poluição atmosférica.

Relatório das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar – 2016

Relatório das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar – 2015

Relatório das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar – 2011 a 2014