Qualidade do Ar

A gestão da qualidade do ar no Estado do Rio de Janeiro é feita pelo Inea por meio do monitoramento das emissões atmosféricas e de gases de efeito estufa (GEE), e de programas de controle da poluição do ar, como o Procon Ar, o Programa de Inspeção e Manutenção Veicular – I/M e o Programa Fumaça Preta.

Além de definirem o perfil da qualidade do ar no Estado do Rio Janeiro, os dados obtidos por meio desses instrumentos são utilizados na identificação e priorização dos problemas ambientais, e na formulação de políticas e metas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a melhora da qualidade de vida no estado.

O que indica o atendimento aos padrões e parâmetros que determinam se o ar é de boa qualidade são os resultados da rede de monitoramento do Inea e seus programas e sistemas de controle, como o Procon Ar, o Programa de Inspeção e Manutenção Veicular – I/M e o Programa Fumaça Preta.

O grupo de poluentes que serve como referência da qualidade do ar, uma vez que, reconhecidamente, trazem efeitos danosos à saúde da população são: dióxido de enxofre, partículas totais em suspensão, inaláveis e respiráveis, monóxido de carbono, ozônio e dióxido de nitrogênio (Resolução Conama nº 491/2018).

A rede automática de monitoramento do Inea é composta por 98 estações que medem continuamente parâmetros meteorológicos e as concentrações de poluentes dispersos no ar.

Os poluentes analisados são: óxido de nitrogênio (NOx), monóxido de carbono (CO), dióxido de enxofre (SO2), ozônio (O3) e hidrocarbonetos; compostos orgânicos voláteis, como o benzeno; e micropartículas sólidas e líquidas suspensas no ar (PTS, PM10 e PM2.5).

Em relação às condições meteorológicas, que influenciam a diluição e a concentração dos poluentes na atmosfera, os parâmetros monitorados são: direção e velocidade do vento, temperatura, umidade, radiação solar, pressão atmosférica e precipitação.

Todos os dados gerados são transmitidos em tempo real para a central de telemetria do Inea, que também utiliza informações oriundas de estações privadas pertencentes a empreendimentos com elevado potencial poluidor. Após processados e validados, os dados são disponibilizados à população por meio de relatórios e boletins.

As estações utilizadas nesse controle estão instaladas, principalmente, nas regiões Metropolitana, do Médio Paraíba e Norte Fluminense, que apresentam densa ocupação urbana, intensa circulação de veículos automotores e alta concentração de fontes poluidoras.

A rede semiautomática de monitoramento do Inea é composta por 116 estações que fazem análise das concentrações de materiais particulados (totais, inaláveis ou respiráveis) dispersos na atmosfera.

A medição é feita semanalmente: técnicos do Instituto visitam os pontos e fazem a aferição, programação e troca dos filtros amostrados. Depois de coletadas, as amostras são analisadas nos laboratórios do Inea, onde os filtros são pesados, a concentração de materiais particulados é calculada e os resultados, inseridos no banco de dados do Instituto e divulgados, de seis em seis dias, no Boletim de Qualidade do Ar.

As estações semiautomáticas, assim como as da rede automática, encontram-se distribuídas, principalmente, pelas regiões Metropolitana, do Médio Paraíba e Norte Fluminense.

Programação anual de amostragens:

2019

2018

2017

2016

2015

Os relatórios do Inea sobre qualidade do ar, publicados anualmente, reúnem os resultados consolidados de monitoramento e os diagnósticos sobre as condições do ar em todo o Estado do Rio de Janeiro. O objetivo desses documentos é subsidiar políticas públicas, direcionar atividades de gestão e dar transparência às informações geradas pelo monitoramento das emissões atmosféricas.

 

O registro histórico das medições também permite que o Inea acompanhe a evolução da qualidade do ar nas diversas regiões do Estado, onde as concentrações de poluentes, materiais particulados e gases estufa na atmosfera variam de acordo com a presença e concentração de empreendimentos industriais e veículos automotores.

 

Relatório da Qualidade do Ar 2016 (ano base 2015)

Relatório da Qualidade do Ar 2015 (ano base 2014)

Relatório da Qualidade do Ar 2015 (ano base 2013)

Relatório da Qualidade do Ar 2015 (ano base 2012)

Relatório da Qualidade do Ar 2013 (anos base 2010 e 2011)

Relatório da Qualidade do Ar 2009

Relatório da Qualidade do Ar 2008

Relatório da Qualidade do Ar 2007

 

Acesse aqui os dados do Inea sobre o monitoramento da qualidade do ar e dos parâmetros meteorológicos.

Os dados disponibilizados até o momento se referem à última década e foram utilizados na elaboração dos Relatórios Anuais da Qualidade do Ar do Estado do Rio de Janeiro. Em uma próxima etapa, o Inea tornará públicas todas as informações sobre qualidade do ar e meteorologia levantadas desde 1967, quando teve início o registro da série histórica.

A divulgação dos dados sobre o monitoramento tem como objetivo dar maior transparência às ações do Inea e embasar políticas públicas que venham melhorar ainda mais a qualidade do ar no Estado do Rio de Janeiro.

Os critérios de representatividade dos dados utilizados e considerados pelo Inea na caracterização da qualidade do ar no estado podem ser visualizados nas Tabelas 1 e 2.

As ações de controle e monitoramento da qualidade do ar promovidas pelo Inea entre 2011 e 2016 encontram-se detalhadas nos chamados Relatórios das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar, conforme determinado pelo Plano Plurianual do Governo do Estado do Rio de Janeiro e pelo Plano de Controle da Poluição Veicular do Instituto (Resolução Conema n° 43/2012).

Tanto as campanhas quanto os relatórios têm o objetivo de tornar públicas as ações do Inea para melhorar a qualidade do ar e, principalmente, de envolver a sociedade nas iniciativas contra a poluição atmosférica.

Relatório das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar – 2016

Relatório das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar – 2015

Relatório das Campanhas Informativas de Qualidade do Ar – 2011 a 2014