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Índice de Risco de IncÊndios 

Plano Integrado de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais

Os incêndios florestais são um dos principais causadores de perda de cobertura florestal em todo o país. A Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) e a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil (SESDEC), preocupadas com esta questão, instituíram o Plano de Prevenção e Controle de Incêndios Florestais no Estado do Rio de Janeiro, visando à redução de danos não só ao ambiente natural como também ao patrimônio público e privado.

O Centro Integrado de Gerenciamento de Incêndios Florestais, composto pelas Secretarias de Estado de Saúde e Defesa Civil e do Ambiente, através do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e Instituto Estadual do Ambiente (INEA), respectivamente, será o responsável pela coordenação das ações de caráter emergencial para enfrentamento de situações de crise, bem como para as ações preventivas de curto, médio e longo prazo.

Índice de Risco de Incêndios Florestais (IRI)

A ocorrência de incêndios na vegetação relaciona-se diretamente a fatores facilitadores como umidade relativa do ar e temperatura, baseados nos quais foram desenvolvidas fórmulas para cálculo do Índice de Risco de Incêndios Florestais (IRI), divulgado pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e Corpo de Bombeiros.

Calculado a partir de informações meteorológicas, o índice é dividido em três níveis (Baixo, Médio e Alto), que estabelecem os graus de probabilidade de início e de velocidade de propagação do fogo. Índices específicos serão divulgados diariamente para as seguintes regiões: Capital, Serrana, Sul, Norte-Nordeste, Baixada Litorânea Baixada Fluminense, Metropolitana, e Costa Verde.

A divulgação do índice é uma das estratégias de prevenção e combate durante o período de estiagem, que vai de maio a outubro. O nível apurado vai determinar o grau de prontidão das equipes de prevenção e controle de incêndios do Corpo de Bombeiros, IBAMA e INEA. Além disso, servirá de alerta para que se evitem práticas que podem contribuir para o início e disseminação do fogo em vegetação.

Confira as características de cada nível do índice:

Risco Descrição
Baixo Propagação lenta a partir de amontoados de resíduos, acampamentos e de outros focos internos
Médio Os incêndios têm início com freqüência, devido ao arremesso de fósforos ou fagulhas, tendendo a propagar-se mais rapidamente de acordo com o aumento de tamanho do foco.
Alto O fogo inicia-se rapidamente em virtude de fósforos, pontas de cigarros, fogueiras etc., com velocidade de propagação muito rápida e de difícil domínio. Fogo originado por fagulhas ou pequenas chispas que se dispersam com facilidade, produzindo novos incêndios.

Índice Diário (Unidades de Conservação de Proteção Integral)

08/02/2012 (Quarta-feira) Risco
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DE PROTEÇÃO INTEGRAL BAIXO MÉDIO ALTO
PARQUE ESTADUAL DA PEDRA BRANCA      
PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA TIRIRICA      
PARQUE ESTADUAL DOS TRÊS PICOS      
PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE      
PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO      
PARQUE ESTADUAL DA SERRA DA CONCÓRDIA      
PARQUE ESTADUAL CUNHAMBEBE      
RESERVA BIOLÓGICA DE GUARATIBA      
RESERVA BIOLÓGICA DE ARARAS      
RESERVA ECOLÓGICA DA JUATINGA      
PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL      
ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL DE GUAXINDIBA      
ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL DO PARAÍSO      

Diário (Regiões)

  Região Capital Serrana Sul Norte-
Nordeste
Baixada
Litorânea
Baixada
Fluminense
Metropolitana Costa
Verde
01/fev Risco                
02/fev Risco                
03/fev Risco                
04/fev Risco                
05/fev Risco                
06/fev Risco                
07/fev Risco                
08/fev Risco