O Secretário de Estado do Meio Ambiente, Bernardo Rossi, ao lado o governador, Claudio Castro e o presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Renato Jordão, participaram do início das operações com biometano, da empresa Haleon, em Jacarépaguá. Atualmente o RJ é o segundo maior produtor de biogás e o maior produtor de biometano no Brasil e tem potencial de ampliar a produção. Uma das frentes de expansão da produção é o aproveitamento do gás nos aterros sanitários.
Durante a cerimônia, Claudio Castro aproveitou a oportunidade para destacar que o mundo atravessa um período de transformação decorrente de diversos fatores, como a urgência climática e a necessidade de descarbonização e fontes renováveis de energia
—Temos grandes investimentos em transição energética no estado, com todos os esforços empenhados em consolidar o estado na liderança da transição energética no país. A Haleon é visionária em suas boas práticas ambientais. A atitude da multinacional mostra que está com os pés fincados no Rio de Janeiro. — Disse.
O biometano é um combustível 100% renovável e produzido a partir de resíduos orgânicos de aterro sanitário. No caso da Haleon, a empresa Gás Verde vai ofertar o produto produzido no aterro de Seropédica. O combustível chegará à fábrica por meio de caminhões movidos, também, a biometano, completando o ciclo sustentável.
O titular da pasta ambiental, Bernardo Rossi, parabenizou a empresa por este passo importante que está sendo dado hoje, pois corrobora para o compromisso e esforços do governo estadual para com o meio ambiente.
Operações no Brasil
A fábrica de Jacarepaguá é a única da Haleon no Brasil e produz anualmente cerca de 90 milhões de unidades dso cremes dentais das marcas Sensodyne e Parodontax. Também é uma das únicas unidades da companhia, fora da América do Norte, a produzir o multivitamínico Centrum. A planta de Jacarepaguá é a maior da Haleon na América Latina, responsável por grande parte do faturamento do Brasil e da região.