Além de estarem aptos como agentes de transformação social e ambiental, os 1.200 jovens formandos receberam orientações para se inserirem no mercado de trabalho e em cursos de nível superior. “Este é apenas o início da nossa jornada rumo a um Rio de Janeiro mais justo e sustentável. Estes jovens representam não apenas o nosso futuro, mas também o nosso presente na construção de um estado de referência mundial”, explicou o governador Cláudio Castro.
Idealizada pelo vice-governador e secretário de Estado Ambiente e Sustentabilidade, Thiago Pampolha, a iniciativa tem dentre seus objetivos, aumentar a qualidade de vida dos envolvidos e suas comunidades ao integrar esforços para garantir direitos e promover autonomia. “Estamos muito orgulhosos de ver o impacto que o Ambiente Jovem vem causando no território fluminense. Vemos hoje formandos com grande capacidade de ocuparem os locais de tomada de decisão, levando a juventude para o topo e o Rio de Janeiro para o futuro”, afirma Pampolha.
Ao longo dos nove meses de formação, os 1.200 alunos receberam capacitação por meio de eixos temáticos no mundo da sustentabilidade, além de contarem com aulas práticas, externas, visitas de campo e participação em eventos de alcance internacional. Dentre os principais objetivos do programa, de preparar os jovens para serem multiplicadores dos aprendizados, o programa desenvolveu neles uma visão empreendedora que possibilite outras alternativas de geração de renda futura.
Números do programa
O Ambiente Jovem conta com 141 Núcleos de Pertencimento em atividade espalhados por 41 cidades do Estado do Rio de Janeiro e com cerca de 5 mil alunos ativos. A iniciativa, voltada para jovens de 16 a 24 anos, tem como objetivo formar agentes de transformação ambiental e social em suas comunidades.
Os alunos participam de aulas teóricas, práticas de diversas atividades sobre a temática do meio ambiente e sustentabilidade e recebem uma bolsa de estudos de 200 reais, vinculada ao mínimo de 75% de presença nas atividades. Ao final do programa, eles apresentam um plano de intervenção sustentável para suas comunidades, que pode ser direcionado a diversos temas como reaproveitamento de água, reciclagem, saneamento básico, entre outros.