O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) inicia nesta segunda-feira (2/3), a retirada de gigogas do sistema lagunar da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá. Dois ecobarcos contratados pelo órgão ambiental estadual irão percorrer esses ecossistemas lagunares, para fazer o recolhimento dessas plantas aquáticas.
No sábado (29/2), uma equipe do Inea trabalhou na mobilização do serviço e o presidente do Inea, Carlos Henrique Vaz, acompanhou os trabalhos. As embarcações tem capacidade para retirar cerca de 30 toneladas de gigogas, por dia, para destinação ambiental adequada.
O trabalho começa na ecobarreiras do Itanhangá, onde encontram-se acumuladas as gigogas provenientes dos cursos d’água que recebem grande quantidade de matéria orgânica das comunidades que os margeiam. Essa medida visa impedir que as plantas aquáticas atinjam o quebra-mar e consequentemente cheguem às praias da Barra e da Zona Sul.
Na terça-feira (3/3), será inaugurada a primeira ecobarreira do sistema lagunares da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá.
Mais robusta e mais resistente, a estrutura foi instalada na foz do Rio Arroio Pavuna que deságua na Lagoa do Camorim, e terá capacidade para reter, em média, 125 toneladas de resíduos sólidos flutuantes e gigogas, por mês.