Notícias |03.12.2025

Inea promove atividades de educação ambiental nas unidades de conservação para celebrar o Dia Estadual de Combate ao Tráfico de Animais SilvestresA retirada de animais silvestres da natureza gera sérios desequilíbrios ecológicos, comprometendo a biodiversidade

Para celebrar o Dia Estadual de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (1º/12), várias unidades de  conservação estaduais administradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) promoveram, ao longo desta semana, ações de educação ambiental envolvendo alunos de escolas da rede pública. A programação incluiu palestras com temáticas ambientais,  exposição de animais taxidermizados (empalhados) e distribuição de fôlderes educativos. A publicação aborda a importância da preservação da fauna silvestre e  como a retirada desses animais silvestres do seu habitat pode impactar no meio ambiente.

As unidades de conservação envolvidas são: Parques Estaduais  da Pedra Branca, do Desengano, Cunhambebe, dos Três Picos, Mendanha e da Pedra Selada;  Reservas Biológicas Estaduais de Guaratiba e de Araras;  Floresta Estadual José Zago;  Áreas de Proteção Ambiental (APA) Estadual de Maricá, Macaé de Cima, Macacu, Gericinó Mendanha,  e Guandu; Estação Ecológica Estadual Guaxindiba; Refúgio Estadual da Serra da Estrela; e Monumentos Naturais Estaduais da Serra da Beleza; da Serra dos Mascates e da Serra da Maria Comprida.

–  Envolver futuras gerações em atividades de educação ambiental é importante, uma vez que incentiva a formação de cidadãos responsáveis e contribui para o bem-estar da comunidade, pois essas crianças e jovens podem disseminar boas práticas ambientais onde vivem – destacou o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.

A retirada de animais silvestres da natureza gera sérios desequilíbrios ecológicos, comprometendo a biodiversidade. Dentre os principais impactos estão a extinção de espécies, o desequilíbrio da cadeia alimentar e prejuízos à polinização e à dispersão de sementes.

Conforme preconiza a legislação ambiental, a pena para tráfico de animais silvestres  prevê detenção de seis meses a um ano, e multa, para quem caça ou captura sem permissão. No entanto, a pena é aumentada para reclusão de dois a cinco anos em casos de tráfico de grande escala, de forma permanente ou em caráter nacional/internacional.