No último domingo (31/5), o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em conjunto com a Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) e o Clube de Astronomia Louis Cruls, realizou uma palestra sobre Astronomia e Astronáutica, no Parque Estadual da Lagoa do Açu (PELAG), localizado no Norte Fluminense, entre as cidades de Campos dos Goytacazes e São João da Barra.
O evento, que se iniciou às 8h30 da manhã, reuniu cerca de 14 participantes e buscou abordar os conceitos de astronomia como ferramenta inovadora de divulgação científica e de preservação das unidades de conservação. Um dos destaques do evento foi a presença do engenheiro norte-americano Gabe Gabrielle, com uma trajetória brilhante que inclui o Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos EUA e o prestigiado Speaker Bureau da NASA. O ex-engenheiro trouxe toda a sua experiência na astronáutica e sua paixão pelo espaço para um bate-papo inspirador.
O parque apresenta um grande potencial para ser certificado como um Dark Sky Park (local de observação de céu escuro). Graças a sua localização geográfica, o parque proporciona aos observadores noturnos uma ampla visão do horizonte, o que contribui, por exemplo, para a visualização simultânea das constelações Órion e Escorpião, uma condição rara, pois esses conjuntos estelares estão localizados em lados opostos no ambiente celeste. Além disso, é uma região onde a escuridão natural da noite é ainda bem preservada o que contribui para a visualização das estrelas e planetas.
Sobre o Parque
Com 8.249,12 hectares, o Parque Estadual da Lagoa do Açu abrange partes dos municípios de Campos e de São João da Barra, no Norte Fluminense. A unidade de conservação tem como um de seus objetivos assegurar a preservação de parte de um dos mais ricos e bem preservados remanescentes de vegetação de restinga do Estado do Rio.
O parque apresenta um grande potencial para ser certificado como um Dark Sky Park (local de observação de céu escuro). Graças a sua localização geográfica (está situado em uma planície), o parque proporciona aos observadores noturnos uma ampla visão do horizonte, o que contribui, por exemplo, para a visualização simultânea das constelações Órion e Escorpião, uma condição rara, pois esses conjuntos estelares estão localizados em lados opostos no ambiente celeste. Além disso, é uma região onde a escuridão natural da noite é ainda bem preservada o que contribui para a visualização das estrelas e planetas.