Parque Estadual dos Três Picos

Parque Estadual dos Três Picos – Pico Menor com vista para o Pico Maior. Foto: Maicon Rocha.

Criação: Decreto Estadual nº 31.343, de 5 de junho de 2002. Ampliação: Decreto Estadual nº 41.990, de 12 de agosto de 2009.

Objetivos:

Assegurar a preservação dos remanescentes de Mata Atlântica da porção fluminense da Serra do Mar, bem como recuperar as áreas degradadas ali existentes; preservar espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção ou insuficientemente conhecidas da fauna e da flora nativas; integrar o corredor ecológico central da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro; assegurar a manutenção das nascentes e dos corpos hídricos que abastecem as cidades circunvizinhas; estimular as atividades de recreação, educação ambiental e pesquisa científica quando compatíveis com os demais objetivos.

Área: 65.113,04 hectares.

Localização: Serra do Mar.

Abrangência: Municípios de Teresópolis, Guapimirim, Nova Friburgo, Cachoeiras de Macacu e Silva Jardim.

Mosaicos: O Parque Estadual dos Três Picos faz parte do Mosaico Mico Leão Dourado.

Outras informações: Dentro dos limites do Parque Estadual dos Três Picos encontra-se o mais elevado índice de biodiversidade de todo o Estado do Rio de Janeiro, o que em parte se explica pela variação de altitudes: de 100 até os 2.316 m do Pico Maior. O Parque é reconhecido internacionalmente como uma IBA (Important Bird and Biodiversity Area), ou seja, uma área prioritária para conservação da biodiversidade de aves, pela BirdLife International.

Informações úteis

Endereço (sede): Estrada do Jequitibá, nº 145 – Bairro Boca do Mato – Cachoeiras de Macacu – RJ.
Telefone: +55 (21) 2649-6847

Núcleo Jacarandá
Endereço: Estrada do Jacarandá s/n Bairro Meudon – Teresópolis – RJ.

Núcleo Vale da Revolta
Endereço: Estrada BR-116 – km 85,5 – Teresópolis – RJ.

Gestora: Mayara Barroso de Faria.

Horário de funcionamento (administrativo): Segunda a sexta, de 8 às 17h.

Endereço eletrônico: petp@inea.rj.gov.br

Gestão Participativa nas unidades de conservação estaduais

O Programa de Fortalecimento de Conselhos promove a criação e a renovação dos conselhos gestores das unidades de conservação administradas pelo Inea. As ações previstas no programa, como a realização de diagnósticos rápidos participativos (DRP) e reuniões periódicas, vêm sendo desenvolvidas com bastante empenho objetivando o fortalecimento da gestão participativa em 28 conselhos de unidades de conservação, sejam elas de proteção integral ou de uso sustentável.

Para a formação dos conselhos gestores são utilizadas metodologias participativas adequadas ao perfil de cada conselho, dentre elas os DRPs. Até a publicação da Portaria que legitima cada Conselho são realizadas pelo menos oito reuniões. Os representantes das instituições manifestam seu interesse em participar dos conselhos por meio do documento denominado carta de intenção.

Tais conselhos reúnem órgãos públicos, instituições de pesquisa, sociedade civil e mesmo empresas privadas, interessados na adequada implantação e gestão das unidades de conservação. São espaços de diálogo, consultivos ou deliberativos, compostos por diferentes atores sociais e o órgão ambiental estadual. Além da legitimação dos conselhos por meio da publicação de suas respectivas portarias, o programa também atua na capacitação dos conselheiros por meio da realização de oficinas, elaboração de vídeos e cadernos temáticos. Após dois anos, a contar da posse dos conselhos, é iniciado o processo de renovação do mesmo.

Conselho consultivo: Ativo. Conheça a composição do Conselho, estabelecido pela Portaria Inea/Dibape n° 56, de 17 de junho de 2015.

Plano de Manejo

O que é o Plano de Manejo?

O Plano de Manejo é um documento elaborado a partir de diversos estudos (do meio físico, biológico e social), que estabelece as normas, as restrições para o uso, as ações a serem desenvolvidas no manejo dos recursos naturais da UC e seu entorno, visando minimizar os impactos negativos sobre a UC, garantir a manutenção dos processos ecológicos e prevenir a simplificação dos sistemas naturais. O zoneamento da UC, as medidas para promover a sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas e as regras para visitação também devem constar nesse documento.

O Plano de Manejo do Parque Estadual dos Três Picos foi aprovado pela Portaria IEF/PR/RJ n°193, de 26 de dezembro de 2006, e revisado pela Resolução Inea n° 09, de 01 de setembro de 2009.

Uso Público

Adote a Conduta Consciente

  • Informe-se sobre normas e regulamentos dos locais que vai visitar.
  • Caminhe somente pelas trilhas; atalhos são perigosos e degradam o ambiente.
  • Deixe cada coisa em seu lugar; não risque pedras ou troncos de árvores.
  • Respeite a fauna e a flora: observe animais à distância, não os alimente, não cace nem colete espécies.
  • Não faça fogueiras.
  • Cuide do lixo que você produz até chegar a um ponto de coleta.
  • Leve materiais de primeiros socorros.
  • Informe às autoridades em caso de acidente.

Ao ar livre

Passeios, caminhadas, escaladas e muitas outras atividades ao ar livre podem ser feitas sem perturbar o ambiente natural, por isto são atividades permitidas no interior dos parques.
E sempre bom lembrar que a prática de atividades recreativas e esportivas em áreas naturais oferece riscos, inclusive dentro de parques públicos. Saiba mais.
É bom lembrar também que a caça, a captura de animais e a retirada de plantas são condutas ilegais.

Pesquisa científica no Parque Estadual dos Três Picos

Para realizar pesquisas no PETP faça o cadastro no Núcleo de Pesquisa. O Núcleo Paraíso do PETP possui alojamento com disponibilidade de leito para 40 pesquisadores e o Núcleo Jequitibá para 02 pesquisadores.

Para informações sobre o cadastro e pesquisas realizadas na unidade de conservação, acesse os links abaixo: